Este blog foi criado na disciplina de Área de Projecto da turma do 8ºA e pretende falar sobre algumas especies em perigo de extinção.

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    Também conhecido por Foca-monge-do-mediterrâneo. Em Portugal, o lobo marinho está limitado a uma zona nas Ilhas Desertas, no arquipélago da Madeira. Esta espécie, conhecida por foca-monge, existe ainda em pequeno número na Costa Africana e em vários territórios no Mediterrâneo, principalmente na costa grega.
    Na Madeira, esta espécie era, noutros tempos, muito frequentemente encontrada. Na altura em que as ilhas do arquipélago foram colonizadas pelos portugueses, um dos pontos onde se podia encontrar grande quantidade destes animais era a actual Vila de Câmara de Lobos, que deve a esse facto o seu nome.
    A caça permanente, durante muitos anos, foi o motivo de estes animais quase terem desaparecido. No final do século passado, esta colónia estava em declínio acentuado. Entretanto, a intervenção e a protecção a que foi sujeita levou a que, nos últimos anos, o número de indivíduos tenha aumentado, levando a um cenário bem mais animador. Não obstante continue a ser necessário monitorizar e acompanhar este grupo, para que o trabalho arduamente de
senvolvido por alguns não seja perdido a qualquer momento, e para que esta espécie se mantenha observável em território nacional.
    Neste momento, o grupo conta já cerca de 25 animais, ao passo que, no momento em que foi protegido, não atingia os 10 elementos. A soma de todos os animais desta espécie, a viver em estado selvagem, nas colónias existentes e monitorizadas, já não deve atingir os 500 animais.
    Uma foca desta espécie, pode atingir os 3,5 metros e pesar mais de 300 quilos. Os lobos marinhos, a viver em liberdade, podem ter uma esperança de vida que rondará os 30 anos.

Sabias que: Um lobo-marinho apareceu na praia de Itapirubá, em Imbituba, sul de Santa Catarina na manhã desta quarta-feira. O animal está com uma das nadadeiras ferida e aparentemente muito cansado. Alguns moradores da região se aproximaram do lobo, mas ele sequer se mexia.

 

 

    O animal deve ser encaminhado pela Polícia Ambiental e pelo Projeto Baleia Franca de Imbituba para o Centro de Estudos e Pesquisas Ambientais (Cepa), em Florianópolis. Lá o lobo-marinho será cuidado por veterinários até que possa voltar ao mar.

publicado por Simao às 13:48

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