Este blog foi criado na disciplina de Área de Projecto da turma do 8ºA e pretende falar sobre algumas especies em perigo de extinção.

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Out 09

 

 

    Os gorilas já são encontrados em poucos locais, muito isolados uns dos outros. Nas florestas tropicais da Bacia do Congo, ao longo do rio com o mesmo nome, anteriormente Rio Zaire, habitam zonas de planície e montanha. Noutras zonas, nomeadamente Uganda, Ruanda, Gabão e Camarões, vivem em altitude, acima dos 3000 metros. Os gorilas comuns da planície, Gorilla gorilla , também chamados gorilas ocidentais, habitam as zonas ribeirinhas de floresta densa, enquanto os gorilas orientais, Gorilla beringei, preferem viver nas encostas das montanhas. As diferenças entre as duas espécies é muito pequena, basicamente é apenas a pelagem que faz a diferença.
    Os gorilas vivem em grupos, que podem ser pequenos, com 5/6 animais, ou grandes, com mais de 30 indivíduos. Em cada grupo existe sempre um macho dominante, que vive com o harém de fêmeas e com os juvenis. Se o grupo for grande, existem subgrupos com lideres próprios que respeitam sempre o macho dominante, mas que têm o seu próprio
harém. Estes grupos maiores permitem um sentimento de maior confiança entre os membros, já que existem sempre, de forma rotativa, alguns animais alerta, enquanto os outros se alimentam ou tratam da vida social. 

    A base da sua alimentação são frutos e bagas, que seleccionam com todo o cuidado. Também comem muitos tipos de folhas, raízes e capim e, ocasionalmente, comem insectos.
    Em perigo crítico. Os gorilas têm sido dizimados para alimentação humana e para fazer amuletos que os feiticeiros locais usam na medicina tradicional. Também as guerras acabaram com muitos grupos destes animais, e hoje os gorilas da montanha já são poucos, parecendo os das planícies manter-se em números mais elevados e estáveis. Para complicar as contas e baralhar os investigadores, os gorilas parecem ser muito atreitos a vírus mortais como o Ébola, que também tem provocado muitas baixas.
    A maturidade sexual das fêmeas acontece por volta dos 10 anos, e a dos machos por volta dos 15 anos. O tempo de gestação de uma fêmea gorila é igual aos das mulheres, 9 me
ses, passados os quais nasce por norma apenas uma cria. Muito raramente nascem gémeos, mas quando assim é, um deles acaba por morrer ao fim de poucas horas ou dias.
    Um gorila macho adulto pode atingir 1,75 metros de altura e pesar mais de 250 kg.
    Em liberdade, um gorila pode viver cerca de 40 anos, sendo que em cativeiro pode viver um pouco mais e atingir os 50 anos.

publicado por Simao às 15:29

 

 

 

     O Tigre-de-Bengala é um caçador solitário e noturno, que pode percorrer distâncias de 10 a 20 km numa só noite. O tigre vive em média 20 anos, sendo que o macho vive menos que a fêmea, por estarem sempre em confronto com outros machos por causa das presas. Pesa 300 kg, 1 metro de altura e 3 metros de comprimento (sendo 80 cm de cauda). Na ordem dos carnívoros, o único animal que o ultrapassa em tamanho é o urso.

    Originário da Sibéria oriental, há 20 ou 30 mil anos anos, partiu para a conquista do vasto território que hoje ocupa no continente asiático. Corre em uma velocidade de até 80 km/h e pode saltar a uma altura de 5 a 6 metros; contudo, não é capaz de escalar árvores.

    Seu sentido mais aguçado é a audição. A vista é tão fraca que não distingue, além de cem passos; o olfato praticamente inexiste. Caça à noite ou ao amanhecer, o resto do tempo é para dormir. Geralmente não atacam o homem, os que o fazem, são animais velhos ou doentes.

    O tigre vive em stepes geladas, florestas úmidas e bosques. Devido à vasta distribuição geográfica, a alimentação do tigre é muito variada. Em geral devora cervos e suídeos, mas quando estes faltam, alimenta-se até de ursos, na Sibéria, e bovinos, na Índia e Indonésia. O matador graças à camuflagem proporcionada pela coloração e pelo desenho de sua pelagem, que confunde a linha do contorno do seu corpo contra a vegetação, o tigre pode aproximar-se de sua presa sem ser percebido.

    Quando está a 20 m de distância, o tigre se abaixa e depois de caminhar quase se arrastando pelo solo durante um trecho, salta para a frente, tratando de morder o pescoço de sua vítima enquanto a imobiliza pelos ombros ou pelas costas.

      Somente 5% dos ataques do tigre têm êxito. O tigre mata, em média, entre 40 e 50 presas durante um ano, o que equivale a uma a cada oito dias. No caso dos tigres com crias, às quais têm de alimentar, o tempo dedicado à caça é maior.

 

    De músculos fortes e elásticos, o tigre é capaz de matar um búfalo com uma patada e, aferrando-o com as presas, arrastá-lo por centenas de metros.

 

     As fêmeas dos tigres atraem seus parceiros emitindo um rugido. O namoro entre eles nem sempre é violento e, às vezes, pode assumir uma forma muito carinhosa. A gestação dura de 103 a 105 dias, podendo nascer 2 ou 3 filhotes por vez. Apenas a fêmea cuida dos filhotes depois que eles nascem, mas se, por ventura, um macho adulto que acabou de abater sua caça se encontrar com alguns filhotes, mesmo que não sejam seus, ele deixa a cria comer sua caça.

 

    Vive na Ásia e a espécie é dividida em duas subespécies principais, o Tigre-da-Sibéria, que recebe o nome científico de Panthera tigris altaicae, e o Tigre-de-Bengala, que é classificado como Panthera tigris tigris. Na foto abaixo, quatro filhotes de tigre descansam no zoológico Nandan Kanan, na cidade indiana de Bhubaneswar. O governo local anunciou a construção de um segundo zôo que receberá 27 tigres e leões africanos que haviam sido transferidos para Andhra Pradesh. A população de tigres indianos diminuiu de 4.300 para 3.500 nos últimos 11 anos. Entre 200 e 300 tigres são mortos por ano na Índia.

 

 

    

publicado por Simao às 14:08

 

 

    Também conhecido por Foca-monge-do-mediterrâneo. Em Portugal, o lobo marinho está limitado a uma zona nas Ilhas Desertas, no arquipélago da Madeira. Esta espécie, conhecida por foca-monge, existe ainda em pequeno número na Costa Africana e em vários territórios no Mediterrâneo, principalmente na costa grega.
    Na Madeira, esta espécie era, noutros tempos, muito frequentemente encontrada. Na altura em que as ilhas do arquipélago foram colonizadas pelos portugueses, um dos pontos onde se podia encontrar grande quantidade destes animais era a actual Vila de Câmara de Lobos, que deve a esse facto o seu nome.
    A caça permanente, durante muitos anos, foi o motivo de estes animais quase terem desaparecido. No final do século passado, esta colónia estava em declínio acentuado. Entretanto, a intervenção e a protecção a que foi sujeita levou a que, nos últimos anos, o número de indivíduos tenha aumentado, levando a um cenário bem mais animador. Não obstante continue a ser necessário monitorizar e acompanhar este grupo, para que o trabalho arduamente de
senvolvido por alguns não seja perdido a qualquer momento, e para que esta espécie se mantenha observável em território nacional.
    Neste momento, o grupo conta já cerca de 25 animais, ao passo que, no momento em que foi protegido, não atingia os 10 elementos. A soma de todos os animais desta espécie, a viver em estado selvagem, nas colónias existentes e monitorizadas, já não deve atingir os 500 animais.
    Uma foca desta espécie, pode atingir os 3,5 metros e pesar mais de 300 quilos. Os lobos marinhos, a viver em liberdade, podem ter uma esperança de vida que rondará os 30 anos.

Sabias que: Um lobo-marinho apareceu na praia de Itapirubá, em Imbituba, sul de Santa Catarina na manhã desta quarta-feira. O animal está com uma das nadadeiras ferida e aparentemente muito cansado. Alguns moradores da região se aproximaram do lobo, mas ele sequer se mexia.

 

 

    O animal deve ser encaminhado pela Polícia Ambiental e pelo Projeto Baleia Franca de Imbituba para o Centro de Estudos e Pesquisas Ambientais (Cepa), em Florianópolis. Lá o lobo-marinho será cuidado por veterinários até que possa voltar ao mar.

publicado por Simao às 13:48

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